Inovação segundo o Google

March 6th, 2008 - No Responses

Na Digital Signage Expo 2007 (que está acontecendo em São Paulo) houve uma palestra cujo tema foi ‘Inovação’. E quem melhor do que Jim Lecinski, Diretor do Google, para falar sobre inovação? Ele listou os 9 pontos em que se baseia a cultura inovadora do Google, que podem ser adotados em qualquer empresa: 

1 - Inovação, não perfeição instantânea. Lançar idéias rápidas e freqüentemente é mais importante do que ficar tentando atingir o produto/serviço perfeito para depois lançá-lo. O feedback dos consumidores irá aprimorar melhor a idéia e a resposta deles irá indicar os projetos mais promissores.  

2 - Compartilhe tudo que você puder. Pequenos times que se comunicam abertamente têm trazido grandes resultados para o Google. Eles acreditam em transparência no ambiente de trabalho e de forma que todos saibam em que todos estão trabalhando. Eles têm um programa de computador onde podem procurar um nome e ver em que projeto esta pessoa está trabalhando e acompanhar o andamento do trabalho. Se eles tiverem alguma idéia podem contribuir.

3 - Se você é brilhante nós estamos contratando. Há sempre vagas para os mais brilhantes no Google. Eles preferem os generalistas, que podem contribuir de diferentes formas em diferentes projetos do que os especialistas.

4 - Deixe seus funcionários perseguirem seus sonhos. O Google trabalha no modelo 70/20/10. O desenvolvimento dos programas atuais e de novas funcionalidades ocupa 70% do tempo. Novos projetos da empresa ocupam 20% do tempo e os outros 10% são usados pelos colaboradores em seus projetos pessoais. Assim surgiu o Orkut e o Google Earth.

5 - Idéias vem de toda parte. Algumas vezes o Google vai buscar suas idéias fora de casa. O Google Mastheads surgiu da contribuição de não-empregados, um deles uma garota de 13 anos.

6 - Dados e não opiniões. Tome suas decisões com base em fatos e não em opiniões. Com tantas idéias no ar, procure basear suas decisões em informações e não em suposições.

7 - Criatividade adora restrições“. Deixe as pessoas explorarem, mas estabeleça limites claros para estas explorações”. Caldeirões de idéias tendem a explodir se ninguém controla a temperatura.

8 - Procure usuários e ofereça usabilidade - o dinheiro vai atrás. Em outras palavras, faça o que os clientes querem e precisam, e não o que eventualmente venda mais e melhor. Assim você manterá a liderança inovadora.

9 - Não mate idéias, modifique-as. O Google não joga idéias fora. As modifica e transforma em algo útil para a empresa. 

Para que serve sua aplicação?

February 15th, 2008 - No Responses

Nossa sugestão: Explicitamente defina a visão principal da sua aplicação. O que a sua aplicação defende? Do que se trata?

Antes de começar o design ou a codificação de qualquer coisa você precisa saber o propósito do seu produto – a visão. Pense grande. Para que ele existe? O que o torna diferente de outros produtos similares?

Prepare então um documento de visão do seu aplicativo. A visão irá guiar suas decisões e o manterá em um caminho consistente. Sempre que houver um ponto duvidoso, pergunte, “Estamos nos mantendo coerentes à visão?”

A visão deve ser breve também. Uma sentença deve ser o suficiente para espalhar a idéia. No nosso caso utilizamos uma ferramenta de gerenciamento de projetos cuja visão é: ”Gerenciamento de projetos é comunicação”.

Veja em http://www.activecollab.com/

O tamanho ideal da equipe

February 5th, 2008 - No Responses

Para a primeira versão da sua aplicação, comece com apenas três pessoas. Este é o número ideal que lhe dará força de trabalho suficiente sem lhe tirar o dinamismo e a agilidade. Comece com um desenvolvedor, um designer e um analista (alguém que possa transitar entre ambos os mundos).

Claro, é um desafio desenvolver uma aplicação com poucas pessoas. Mas se você possuir a equipe certa, o resultado virá. Pessoas talentosas não precisam de recursos infinitos. Elas prosperam no desafio de trabalhar com restrições e usam a criatividade para resolver problemas.

A falta de recursos humanos força-o a lidar com sacrifícios mais cedo, o que é ótimo. Fará você entender suas prioridades mais cedo do que mais tarde. E você estará apto para comunicar-se sem ter constantemente que se preocupar se está deixando alguém de fora.

Se você não pode desenvolver sua primeira versão com apenas três pessoas, então ou você precisa de pessoas diferentes ou diminuir sua versão inicial. Lembre-se, tudo bem você lançar sua primeira versão pequena e consistente. Você rapidamente perceberá se sua idéia tem futuro e, se tiver, você terá uma base simples e limpa para progredir.

O custo da mudança

January 29th, 2008 - No Responses

Permaneça flexível, reduzindo os obstáculos à mudança. A mudança é sua melhor amiga. Quanto mais caro for para fazer uma mudança, menos chance ela terá de ser realizada. Se os seus concorrentes podem mudar mais rápido, você se encontra em enorme desvantagem. Se a mudança for cara demais, você está morto.

É aí que manter-se enxuto realmente ajuda. A capacidade de mudar num piscar de olhos é algo que as equipes pequenas têm por natureza, e que as equipes inchadas nunca conseguirão ter. É nisto que os grandes invejam os pequenos. O que poderia levar semanas com uma equipe grande em uma mega-corporação pode levar apenas um dia em uma organização pequena e enxuta. Essa vantagem não tem preço.

Mudanças rápidas e baratas são a arma secreta dos pequenos. E lembre-se: mesmo com todo o dinheiro, marketing e pessoas do mundo você não pode comprar a agilidade de ser pequeno.

Tendências 2008

January 22nd, 2008 - No Responses

Simplicidade

Tecnologia sem mistérios. É o que esperam mais e mais os consumidores quando estão diante de um notebook, um smartphone ou um celular de terceira geração. E nenhum produto incorpora mais essa tendência que o iPhone, da Apple, o aparelho eletrônico mais desejado de 2007. Já nas telas de software a tendência da simplicidade aponta para as telas com formato “clean” do Google. Quer coisa mais simples?

 

Verde e econômico

 

O verde é pop. Surge, e ganha força cada vez maior, um mercado derivado das discussões sobre o aquecimento global e do medo de escassez dos recursos naturais. É gente sofisticada, formadora de opinião, muito diferente dos românticos ativistas ambientais do passado e alvo de qualquer bom profissional de marketing.

 

Software descomplicado

December 21st, 2007 - No Responses

Quanto mais enxuto for, mais fácil será para mudar. Aqui vale o princípio do mundo físico: quanto mais pesado for um objeto, mais difícil e mais energia é necessária para mudar a sua direção.

Quando falamos em tecnologias web, mudanças devem ser fáceis e baratas. Se você não puder mudar rapidamente, perderá terreno para alguém que possa. É por isso que você deve optar por um software menos pesado.

O software fica mais pesado com:

- Contratos de longo prazo

- Excesso de pessoas

- Decisões permanentes

- Reuniões sobre outras reuniões

- Processos burocráticos

- Inventário (físico ou mental)

- Prisão em hardware, software e tecnologia

- Formatos proprietários de dados

- Passado mandando no futuro

- Planejamento de longo prazo

- Políticas de escritório

37 Signals - Getting Real

Novas práticas no desenvolvimento de software

December 14th, 2007 - No Responses

Novas práticas estão se disseminando na web para a construção de aplicações. Algumas delas são polêmicas, mas merecem atenção:

  • Fazer software eficaz é fazer menos. Menos código, menos funcionalidades, menos papéis, menos tudo que não é essencial (normalmente tudo que pensamos ser essencial, não é);
  • O negócio é permanecer pequeno e ágil. É perseguir a simplicidade;
  • Software eficaz começa com a construção da interface, ou seja, as telas reais que as pessoas irão utilizar. Começa com as experiências reais dos clientes, construindo a partir desse ponto para trás. Dessa forma você obtém a interface adequada antes de obter o software errado;
  • Software eficaz é estimular iterações e baixar os custos da mudança. Além disso, tem tudo a ver com lançamento, refinamento e melhorar constantemente, o que torna o caminho perfeito para software baseado em web;
  • Software eficaz entrega exatamente o que os clientes precisam e elimina qualquer coisa que não precisam.

Benefícios ao fixar prazo e orçamento

December 5th, 2007 - No Responses

Aqui vão os benefícios de fixar o prazo e orçamento e deixar o escopo flexível nos projetos de software:

  1. Priorização. É preciso descobrir o que é realmente importante. O que vai chegar ao lançamento inicial? Isso força uma restrição que vai te pressionar a tomar decisões difíceis em vez de ficar em dúvida.
  2. Realidade. Administrar expectativas é a chave. Se tentar fixar o prazo, orçamento e escopo, você não será capaz de entregar o projeto com alto grau de qualidade. Claro, você provavelmente poderá entregar alguma coisa, mas “alguma coisa” é o que realmente você quer entregar?
  3. Flexibilidade. A habilidade de mudar é a chave. Ter tudo fixado torna as mudanças difíceis. Colocar flexibilidade de escopo apresentará opções baseadas em sua experiência real de construir o projeto.

Conclusão: administre o escopo. É melhor entregar um produto com alta qualidade (mesmo que com um escopo reduzido), do que um produto meia-boca dentro do escopo.

Mantenha prazo e orçamento fixos

November 20th, 2007 - No Responses

Aqui vai uma maneira fácil de entregar dentro do prazo e do orçamento: mantenha-os fixos. Nunca jogue mais tempo ou dinheiro em um problema, apenas diminua o escopo.Existe um mito que diz o seguinte: podemos lançar no prazo, no orçamento e no escopo. Isso quase nunca acontece e quando acontece a qualidade normalmente é afetada.

Se não puder encaixar tudo dentro do prazo e orçamento planejados, então não aumente o tempo e o custo. Em vez disso, puxe o escopo para trás (diminua). Sempre existe tempo para adicionar funcionalidades mais tarde - o mais tarde é eterno, o agora está voando.

Quando você trabalha num projeto que está um pouco menor em escopo do que o planejado, é melhor do que lançar alguma coisa medíocre e cheia de buracos porque precisou atingir uma janela mágica de prazo, orçamento e escopo. Deixe a mágica para o David Copperfield. Você tem um negócio de verdade para administrar e um produto real para entregar.

Guia para Web 2.0

November 17th, 2007 - No Responses

A FocusNetworks elaborou um guia para a Web 2.0 muito interessante. As empresas podem conferir se o perfil de cada uma delas é compatível para entrar nesse universo. O guia é bem completo, detalha e explica cada uma  das tecnologias da  Web 2.0. Boa leitura. Para acessar o link clique aqui.